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“Dor é uma experiência emocional e sensorial geralmente  desagradável, associada a uma lesão tecidular real ou potencial, ou descrita em termos dessa lesão”.

IASP (International Association of the Study of Pain), 1994

                 Dor em situações normais é adaptativa e protectiva. É um sinal de alarme que indica  que existe uma lesão, induzindo alterações de comportamento no nosso corpo com o objectivo de favorecer o processo de cura dessa lesão (Milligan e Watkins 2009).

A dor pode ser classificada basicamente em dois tipos, aguda e crónica. A dor aguda musculoesquelética normalmente é benigna e em regra geral resulta de lesões,  traumatismos, esforços e más posturas. A dor   crónica é considerada quando a dor persiste para além do tempo normal que uma lesão musculoesquelética leva a curar. O normal é 3 meses mas  este tempo varia de acordo com a lesão em questão, onde por exemplo, a dor lombar para ser crónica terá que persistir por mais de 6 meses (Apkarian et al 2009). Também se considera dor crónica se a dor for maior que a lesão que a causa ou se não existir causa subjacente que a justifique (Magge et al 2007).

Para evitar que uma dor se torne crónica a  mensagem é a seguinte:

“Qualquer tipo de dor aguda musculoesquelética deve ser imediatamente tratada para prevenir que se torne crónica”

IASP (International Association of the Study of Pain) 2009

 

Referências:

Apkarian A, Baliki M, Geha P 2009 Towards a theory of chronic pain. Progress in Neurobiology 87: 81-97

Magge D, Zachazewski J, Quillen W 2007 Scientific foundations and principles of practice in musculoskeletal rehabilitation. Saunders, Elsevier.

Milligan E, Watkins L 2009 Pathological and protective roles of glia in chronic pain. Nature Reviews—Neuroscience 10: 23-36.